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Larissa Veras Prudente de Abreu
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Larissa Veras Prudente de Abreu
Artigo ·
há 10 anos
Registro de filho alheio como próprio
Tenho notado uma certa frequência de pessoas perguntando sobre registro e "desregistro"de paternidade e confesso que fiquei surpresa, pois, ainda que já tenha estudado sobre isso, a realidade tem seu...
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Larissa Veras Prudente de Abreu
Comentário ·
há 12 anos
Educação em casa ou na escola?
Pragmatismo Político
·
há 12 anos
Nós, como habitantes do mesmo país, do mesmo planeta, deveríamos pensar e agir como uma parte da sociedade, entretanto, infelizmente, nossa casa, nosso bolso, o "MEU" se sobrepõem. Portanto, exigir que vivamos como se tudo fosse lindo e perfeito é hipocrisia, e é aí que concordo com você. Exigir que os pais coloquem seus filhos numa escola é arriscado, pois os problemas começam quando se põe o pé fora de casa: nem sempre há transporte, nem sempre o caminho até a escola tem segurança, nem sempre dentro da escola o aluno está bem guardado pelo estado, nem mesmo o próprio professor está seguro, quem dirá o aluno. Aliás, nem sempre há profissional para lecionar, ou, quando tem, falta cadeira, falta material, falta estrutura, pode faltar até mesmo qualidade e competência. Vale lembrar que a falta de segurança e qualidade não é exclusividade de escola pública! O Estado deve intervir para manter a ordem, mas, antes de tudo, ele também deve seguir as próprias leis. Além de tudo, os pais, ao assegurarem ensino em casa aos filhos estão apenas cumprindo o art.
4º
do
ECA
, onde por outro lado, o Estado falha no art
54
do mesmo dispositivo. E ,quanto à bolha citada no texto, convivi com pessoas na ESCOLA que viviam em bolhas.
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Anderson Mannrich
Comentário ·
há 10 anos
Juiz autoriza transexual a alterar nome e sexo no registro civil
Élida Pereira Jeronimo
·
há 10 anos
Dentro do útero materno, com a fusão dos gametas da mãe, sempre X, com o do pai, ou Y ou X, inicia-se a formação de um indivíduo que tem a potencialidade de se tornar XX ou se tornar XY.
Isso é a "intençao" dos gametas. É a pretensão da vida.
Obviamente, pode ocorrer uma má formação qualquer e o indivíduo gerado, por exemplo, por uma anomalia do cromossomo 21, ter síndrome de down, ou hermafroditismo por palindromia genômica ou outras síndromes decorrentes de má formação genética, sendo que nenhuma delas foi "desejada" pelo projeto da vida. São "intercorrências", patologias como tantas outras herdadas ou adquiridas.
Essa discussão iria muitíssimo mais a fundo, mas não vejo que é o ponto aqui.
Assim como um cadeirante, uma pessoa albina, um obeso, mulher, idoso, negro, asiático ou descendente de poloneses, os homossexuais, transexuais, ou quaisquer subdivisão ou nomenclatura existente que classifica pessoas não pode servir para discriminação de qualquer natureza.
Todos são iguais perante a lei. Matar um bandido, uma mulher, um homossexual, um gordo ou um cadeirante em condições semelhantes, devem ensejar a mesma pena... A vida de ninguém tem valor maior ou mais especial que do outro e isso é ponto pacífico.
A questão aqui é sobre alterar o registro público. Qual é a razão para existir um registro que indique o sexo da pessoa?
É sobre isso que essa discussão deveria se pautar. Se a ciência disser que acabou a definição de sexo, ou são tantas que se tornem irrelevantes, por que existir essa informação no registro de nascimento de alguém? Se concluírem que o objetivo é registrar o sexo genômico da pessoa, então eu discordo da decisão desta juíza.
Por outro lado, se concluirem que o sexo genômico é irrelevante, eu também tenho que discordar porque a determinação de registrar uma inverdade científica, porque "é politicamente correto" não resolve o problema. A decisão deveria ser a de retirar o registro de sexo dos seus documentos e de todos os demais brasileiros, por ser irrelevante.
Por isso insisto que essa discussão é esvaziada de razão e aponta para uma solução "remendada" do problema... Se quisermos criticar algo relevante, que critiquemos a necessidade de extinção da separação das pessoas por sexo. Todos são iguais e ponto final.
Só quero saber o que vão fazer com a lei Maria da penha e com o serviço militar obrigatório depois disso... Mas essa é outra discussão... Um grande abraço a todos e obrigado pela oportunidade de debatermos assuntos com argumentos que expressam nossas opiniões. Pelo que sei ainda não é crime nesse país tê-las.
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Gilberto Alves Miranda
Comentário ·
há 9 anos
MEC cria o curso de Técnico Jurídico! - Sua carreira acabou, doutor?- Que nada! - Agora que ela engrenou!
Fátima Burégio
·
há 9 anos
O problema nao esta na concorrência, mas sim na falta dela. Qual preocupaçao um técnico terá com a Ética, haja vista que em nossa própria classe há captação de clientela, que por ato dissimulado dificultam a imposiçao de pena pelo conselho de Ética. Esses rabulas bagunçarão o mercado em prejuizo da nobre profissão que sofre agressão de vários setores. Essa é a minha humilde opinião.
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Joyce Rodrigues
Comentário ·
há 9 anos
MEC cria o curso de Técnico Jurídico! - Sua carreira acabou, doutor?- Que nada! - Agora que ela engrenou!
Fátima Burégio
·
há 9 anos
E outra, os estagiários com OAB já não fazem grande parte disto?!
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